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NOSSOS PROJETOS

Trabalhar com projetos e temas geradores contribui de maneira significativamente com o aprendizado. Conheça alguns dos nossos projetos...

EVENTOS DA ESCOLA

Entendemos que educação de qualidade não se faz apenas dentro da sala de aula, por isso, a escola incentiva e promove atividades diversas que venham a contribuir com o crescimento dos nossos alunos.

NOTÍCIAS

Um registro do cotidiano da escola JPA.

FOTOS

A comunidade da escola se vê por aqui.

domingo, fevereiro 15, 2009

Jornada Pedagógica/ 02 à 06 de fevereiro de 2009



Objetivo Geral:

Traçar as linhas gerais básicas (Marco referencial) que nortearão a ação interventiva da escola por meio de seu Projeto Político Pedagógico.
Objetivos Específicos:
Analisar a realidade, buscando identificar aspectos positivos e negativos, atuais ou históricos que possivelmente interferem nas nossas vidas e no mundo em que vivemos;
Construir a visão da escola sobre a realidade ( Marco Situacional) para projetar ações interventivas com base nos ideais de mundo, de sociedade, de homem;
Redefinir a proposta pedagógica da escola.
Construir a visão utópica do grupo em relação ao mundo em que vivemos ( Marco Político).
Refletir sobre os valores, sonhos, expectativas e ideais do grupo
Explicitar as opções teóricas e filosóficas do grupo
Discutir a linha de elaboração do plano de curso.
CONTEÚDOS:
O mundo em que vivemos
Projeto Político Pedagógico
Marco Situacional
Utopias que nos movem
Valores sociais e humanos comuns ao grupo
Nossas opções teóricas e filosóficas
PPP
Plano de curso
Organização Curricular.


Relatório
Na semana de 02 a 06 de fevereiro realizamos a semana pedagógica na escola, cujo objetivo geral foi “Repensar o Projeto Político Pedagógico da escola a partir da análise situacional da realidade, para fortalecer a identidade da escola, sua filosofia educacional e efetividade enquanto projeto de ensino e aprendizagem para a formação humana”. Tomamos por tema central “A educação como direito a educar-se na diversidade para a sustentabilidade planetária”, o qual deverá nortear todas as ações da escola no decorrer do ano.
Na segunda feira do dia dois pela manhã reunimos a principio com toda a equipe da escola. A professora Tereza fez a abertura da semana, acolhendo o grupo e falando um pouco sobre os desafios atuais e o porquê do tema escolhido. Na seqüência a professora fez a leitura do texto: Eu, Meu corpo, Quem? Eu? Eu quem? De Carlos Rodrigues Brandão e após a apreciação do clip musical: Deus cuida de mim cada membro da equipe expressou sua petição a Deus enquanto expectativa para o ano de 2009.
O objetivo da manhã deste dia era sistematizar o diagnóstico inicial das turmas para proposição do plano de trabalho para o ano de 2009. Então os professores foram agrupados por segmento para realizar a socialização e sistematização do diagnóstico. Abaixo segue alguns trechos das falas no decorrer do processo.
“A leitura precisa estar agregada a um propósito, aos sentidos de um texto... Nem toda leitura precisa ser compartilhada... Uma receita por exemplo...” (Nilsa Brito)

“A escola precisa estar de olho nas leituras possíveis de se fazer e que se faz do mundo...” (idem)

“ Nem toda leitura é prazerosa... A leitura precisa ter um sentido... Uma coisa que angustia é quando o conteúdo não está agregado a esse fazer da leitura significativa...” (idem)

“ Qualquer conteúdo deve emergir da produção do aluno... Talvez uma forma de nos livramos dessa angustia seja estabelecer um objetivo para cada trabalho” (idem)

“ É preciso saber visualizar/especificar as necessidades, o que o aluno ainda não tem domínio para poder trabalhar o objetivo direcionado para esse propósito, por exemplo: sendo que precisa saber parar para ouvir, cuidar do material, organizar melhor o texto oral... (Idem)
“Os alunos têm inculcado a questão de “quantas linhas” não tem domínio para produção.” (Ronaldo)
Neste mesmo dia à tarde o primeiro momento foi com todos os funcionários, novamente a professora Tereza iniciou retomando o que fora discutido pela manhã, para tanto fez a leitura de alguns recortes das falas expressas como pedido a Deus para este ano de 2009 e abriu para que o grupo que não estava pela manhã acrescentasse suas colocações.
“O que foi colocado está dentro do principio da união e trabalho em equipe” (Sandro)
“ ... os governantes precisam ser iluminados para promover o governo com responsabilidade” (Esenildes)

Em seguida a professora Teresa fez a leitura do texto: O mundo que somos e os mundos que criamos – de Carlos Rodrigues Brandão. Esse texto é bastante interessante fala sobre como pensamos e como sentimos o mundo, coloca que a nossa forma de ver o mundo é o mundo visto e pensado naturalmente humano, o mundo que vivemos é povoado por causas diversas, algo que criamos, signos, símbolos, significados... Sentimos por que pensamos, pensamos porque sentimos. A vida e suas expressões são vivas e vigorosas, agimos ao que a natureza põe diante de nós... Criar com a mão criar com a mente... Os animais interagem naturalmente com a natureza... Os seres humanos desenham de alguma forma na mente o que vão criar de forma reflexiva e complexa... Ao mesmo tempo em que pensamos agimos.
Um questionamento levantado após a leitura: “E na escola o que fazemos? Qual a função da escola? A educação pode transformar as pessoas por que transformando-se estamos também transformando o mundo.
Professora Nilsa Brito acrescentou dizendo que:
“ nenhuma palavra é cópia do mundo, pois se assim o fosse poderíamos interpretar... significado é culturalmente construído... são meus valores, minha cultura que irá direcionar a ação interpretativa... Os animais apenas reproduzem... são iguais em qualquer lugar do mundo a criança não... Pense nos mais variados contextos que você pode dizer para alguém que uma porta está aberta... O símbolo tem relação mais fixa e a palavra é signico porque são os valores culturais que vão lhe dar os significados... É preciso ampliar nossas experiências com o mundo para poder significar o mundo...”

Na seqüência professora Teresa falou da importância do educar para preservar a natureza como um trabalho de todos... Todas as ações na escola deve ter natureza educativa.
Na ocasião ouvimos ainda a música ”Era uma vez eu mesmo” de Paulo Roberto Padilha e fora dão os encaminhamentos para continuação da sistematização do diagnóstico pelos professores, que consistia em:
Dar prosseguimento a sistematização, analisar os dados obtidos e responder as seguintes questões:
1. - Certamente as necessidades de aprendizagens podem ser oriundas tanto de aspectos relacionados ao próprio processo de construção do conhecimento em ação, quanto a aspectos que interferem negativamente nesse processo. Considerando essa proposição analisar o diagnóstico obtido levantando hipoteticamente as causas desse resultado.

2. Diante do diagnostico de aprendizagem obtido, como podemos articular as ações de sala de aula para superar as necessidades apresentadas usufruindo das ações, projetos e medidas interventivas proposta pela escola? (ARR, eventos comemorativos, rotina no pátio, gincana, galeria do conhecimento, mostra folclórica...)
No decorrer do processo de sistematização e análise professora Nilsa sugeriu as professoras do I segmento do ciclo que fizesses o levantamento dos casos em que os alunos tem dificuldade se em palavras com escrita CV(consoante- vogal) , se CVV (consoante – vogal – vogal) ou CCV (consoante – consoante – vogal). Verificar ainda em que situação ocorre o apagamento do R, se em final de palavra ou silaba, se no meio de palavras, etc.

A professora Ana Régia que trabalha do 2º ciclo e cujo diagnostico revela alguns alunos em estágio inicial de alfabetização fora sugerido que trabalhasse co produção e revisão de textos, evitar ficar só em palavras isoladas. A professora Ana Régia solicitou algumas sugestões de como trabalhar com refacção de textos.

A professora Vaildes colocou que o ditado é feito para diagnosticar, mas também pode ser visto como desafio para o aluno.

Do resultado da socialização das questões sugeridas acima obtivemos o quadro abaixo:
CAUSAS
INTERVENÇÕES/ATIVIDADES
Falta de hábito de leitura
Intensificar a leitura
Fazer círculos de leitura (literatura infanto-juvenil, jornal, gibis, rótulos, receitas...)
Leitura feita a partir da leitura
Escrita de peças teatrais
Leitura de filmes
Leitura de imagens (visual)

Falta de participação da família
Reunião de pais
Encontro família – escola
Saraus
Palestras (sobre ECA, estatuto da criança e do adolescente, buscar parceria com: secretária de assistência social, secretária de saúde, conselho tutelar...)
Envolver os pais em eventos diversos (contos de causos, noite literárias, etc.)
Falta de escrita significativa
Criação de blogs
Cartão postal
Murais
Diários
Criação de gibis
Produção e publicação de textos literários (contos, poemas...)

Na terça feira do dia 03 de fevereiro pela manhã trabalhamos na perspectiva de construir o marco situacional que comporá o Projeto Político Pedagógico da escola. A professora Teresa iniciou fazendo a abertura com a leitura do capitulo III do livro “Minha casa o mundo” de Carlos Rodrigues Brandão e na seqüência ouvimos a música “O mundo que eu quis” de Benedito Nunes, seguido de um clip contendo as fotos das ações e eventos realizadas em 2008. O objetivo era trazer a memória alguns recortes das ações vivenciadas pela escola no ano anterior.
Da leitura realizada professora Teresa fez algumas colocações:
“ A nossa natureza genética exige que saiamos de nós para buscar o outro... A ação reflexiva é fruto da cultura... Por isso, é recomendado pesquisar e incentivar a pesquisa de outras culturas...”

“ Devemos abrir nossas áreas do conhecimento para dialogar com outras áreas”

“ O ciclo é abertura para novos horizontes e este em sua complexidade... não é a educação que vai transformar o mundo, mas precisamos transformas as pessoas para que estas transformem o mundo...”

Dando prosseguimento a pauta a equipe foi dividida em subgrupos para ler discutir e produzir um painel que expressasse a leitura do grupo sobre o assunto em estudo.
04/02/09 - Tarde
Os professores se organizaram por áreas para dialogarem de modo a fazer o resgate de suas histórias de vida, pois se entende que o projeto político pedagógico de uma escola é também constituído pelos agentes que nela atuam. Tão importante quanto a história de vida dos alunos é a história de vida servidores que atuam na escola. Fazendo isso, os professores puderam fazer um resgate do seu percurso educativo, analisar a realidade, visualizando as barreiras e facilidade desse percurso até os dias de hoje. Abaixo alguns recortes dos relatos.
SUELY
É formada em Letras com habilitação em língua portuguesa em andamento. Esta é sua primeira experiência como professora. Está atuando na docência há 20 dias. A dificuldade encontrada é com a relação interpessoal – em função de ser muito jovem

















ROSIVANI BARBOSA DE SÁ

Graduada em história, trabalhou na alfabetização solidária como monitora em 2001 e 2002. Está na escola Jonathas desde o ano passado, leciona história, Estudos Amazônico e Religião
¹Conteúdos que elenca como necessários em sua área:História do município; história do Estado; história do Brasil; As civilizações; Produção Espacial; Conceito de lugar; Paisagem





JOSEANE
É pedagoga, licenciada pela UFPA. Começou na educação em 1998 numa escola particular, já ministrou aulas de Estudos Amazônico, história, geografia e português com contratação. Em 2003 passou no concurso público municipal e passou a trabalhar no Km 35 – Vila Sororó. Em 2005 foi nomeada diretora da escola Adelaide Molinari. Foi candidata a vereadora em 2008 e atualmente está atuando na sala de educação especial. As dificuldades enfrentadas dizem respeito a violação dos direitos do professor para a formação continuada, o que recai na desvalorização do profissional, distanciamento da família, transporte, falta de respeito e cooperação. Considera que na zona rural o professor é mais valorizado porque os pais confiam na escola.“Não estou na educação por acaso, sou educadora por convicção. Meu sonho é contribuir para a construção de um mundo mais digno. Adoro aprender... Acredito na mudança e sou teimosa.”
PALILIA LIMA TORRES
Formada em Matemática pela UFPA. Em 2005 trabalhou em uma escola particular e em 2008 nas escola Jonatahs Athias e Tancredo Neves. As maiores dificuldade que os alunos apresentavam era quanto a memorização da tabuada e a resolução de problemas que envolvia raciocínio lógico. Considerou como objetivo não alcançado a não memorização da tabuada por seus alunos e por não alcançar um número considerável de alunos na prova da OBMEP. Considera como conteúdos necessários as operações básicas: adição, subtração, multiplicação, divisão potenciação, raiz quadrada, tabelas, gráficos e resolução de problemas.

















Maria do Rosário
Licenciada pela em pedagogia, trabalhou na escola Inacio de Souza Moita, onde realizou trabalho como secretária. Na escola Salomé de Carvalho e Emilia Ferreiro como professora e ainda na escola Jonathas Athias. A realidade enfrentada varia muito de escola para escola, pois não se pode comparar uma escola do Km 07 com a da folha 15 anos atrás ou a escola Jonathas a 15 anos atrás conhecida como escola modelo. As dificuldades são sempre de leitura e escrita, pais que não acompanham seus filhos no desenvolvimento das atividades


GILCÁCIA
Formação em geografia, trabalhou na escola de E. Médio Mario Rocha e depois na escola Jonathas com as disciplinas de geografia e Estudos Amazônico.
¹Dificuldades enfrentadas:Hábitos trazidos por alguns alunos de casa (palavrões, gritos, entrar e sair da sala); falta de acompanhamento dos pais




FRANCISCA CERQUERIA
Graduada em Letras, trabalha nesta escola desde 2002. Ministrou Artes e Língua Portuguesa no EJA e Inglês no Ensino Fundamental de 6º ao 9º ano. A realidade enfrentada com o ensino de língua estrangeira é que os alunos não compreendem o fato de ter que estudar uma língua estrangeira. Um objetivo não alcançado é fazer os alunos conseguirem se comunicar oralmente em inglês com eficiência, em função da falta de tempo e recursos para o trabalho com a oralidade. Elenca como conteúdos necessários na sua área: formas de comunicação básica, consciência da necessidade de aprender língua estrangeira (diversidade cultural e lingüística).
“Sonho com um mundo em que a diversidade seja compreendida e respeitada”
FRANCISCO R. ARAÚJO
Formação em geografia pela UFPA, trabalhou nas escolas Elza Mª Dantas em São João do Araguaia e atualmente no Jonathas, Oneide Tavares, Luzia Nunes e outras ministrando as disciplinas de geografia e Estudos Amazônico
¹Objetivos não alcançados:A não culminância de alguns projetos; o fechamento dos conteúdos; a leitura e interpretação de mapas; interação entre alunos; pesquisa empírica (local/campo)




EDILENE COSTA
Formada em pedagogia há 6 anos, atua na área da educação como professora nas séries iniciais desde 1996 na escola Jonathas onde permanece até hoje. Neste período também trabalhou na escola Cisne branco durante dois anos. Atualmente está com turmas de 1º ciclo, que é um grande desafio a ser superado, pois as mudanças de série para ciclo são muitas. Há muitas dificuldades ainda em relação a aprendizagem dos alunos, como a distorção idade- série, falta de acompanhamento dos pais, falta de participação e interesse dos alunos. Um dos objetivos seria conscientizar os pais da sua importância como família e comunidade escolar na aprendizagem dos filhos



ANA RÉGIA MARINHO SILVA
Formada em magistério e cursando Pedagogia na faculdade Metropolitana. Atua a quinze anos na educação e trabalhou em 05 escolas diferentes e a dez anos na escola Jonathas Athias. As dificuldades enfrentadas no inicio da profissão foi a falta de experiência, falta de coletividade entre os profissionais. Com os alunos foi em relação ao domínio da leitura e da escrita, interpretação, situações matemáticas, interação nos grupos. Elenca como conteúdo prioritário a produção textual, leitura compreensiva, situações problemas.
JEANE DOS SANTOS QUEIROZ
Tem formação em licenciatura plena em matemática, pela UFPA. Já trabalhou em várias escolas de Marabá da zona urbana e rural e considera que os alunos da zona urbana demonstram maior interesse para com os estudos. Atualmente trabalha nas escolas Jonathas Pontes Athias e Judith. A maior dificuldade que encontrou em seus alunos foi em resolver as operações básicas da disciplina. Elenca como conteúdo necessário na sua áreas as quatro operações, problemas e leitura de números.
SANDRELLI
Formada em Letras pela UFPA, trabalha na rede municipal desde 2004. Trabalha com Língua Portuguesa e Artes, mas não se identifica como professora de artes. Durante sua jornada profissional encontrou dificuldades como: falta de carga horária para planejamento; falta de recursos materiais; falta de incentivo para formação continuada (mestrado, doutorado); falta de tempo para acompanhamento dos alunos; falta de acompanhamento dos pais. Elenca como conteúdo necessário na sua área: ortografia, concordância, estrutura do texto, leitura, gêneros textuais, pontuação, oralidade.
“As expectativas da escola não são utopias, são necessidades”

TALLYSSON EMANUEL SILVA SOUZA
Graduado em pedagogia pela UFPA e história pela URCA, trabalhou nas escolas Raimundo Gomes em 2003, Tancredo neves e Francisco Coelho em 2004, Nazaré Barbosa em 2005, Artur Guerra em 2007 e 2008 e atualmente na escola Jonathas nos turnos da manhã, tarde e noite com as disciplinas de história e religião.
¹Dificuldades enfrentadas:
Super lotação da sala de aula, falta de recursos (biblioteca, sala de computação e quadra esportiva) em algumas escolas, falta de empenho por parte de alguns alunos, distancia da escola a casa do aluno, desinteressado dos alunos pelo passado...
SANDRO RENATO
Graduado em administração de empresas em 1999 pela UFPA, em Letras pela Unama em 2004. Atuou em empresa administrativa e desde 2002 em sala de aula ministrando Língua Portuguesa e Artes, área com a qual se identificou mais apesar das realidades enfrentadas pelo educador como: falta de infra estrutura, respeito, baixo salário, violência nas escolas e outros males que sofrem os professores.“A união é a esperança de uma educação mais digna”
MARIA NATALINA CORREA BRITO
Formada em pedagogia com habilitação em Orientação, coordenação, supervisão e séries iniciais. Começou sua carreira profissional em 1984 na escola Branca de neve, logo após foi para a escola Sinal verde onde trabalhou por cinco anos . Em 1990 trabalhou como secretária na escola Disneylandia e em 1996 fez concurso público para o cargo de magistério e desde então trabalha na escola Jonathas Athias. No inicio sentiu muita dificuldade para desenvolver o seu trabalho, pois nunca tinha trabalhado com crianças, depois começou a melhorar o seu desempenho profissional e hoje já adquiriu bastante experiência e trabalha com mais segurança.
RONALDO
Formado em Letras pela UFPA. É iniciante na carreira docente. Trabalhou o ano passado na escola São José Km 08, na qual a dificuldade foi a falta de estrutura (material,pedagógica, biblioteca p/ pesquisa). E ainda fazer com que os alunos acompanhassem o conteúdo do 2º semestre, sendo que não haviam compreendido o do 1° semestre. Não consegui fazer com que eles distinguissem os gêneros textuais que acredito serem essências, além das questões da oralidade e escrita, por que a turma tinha baixo desempenho por causa do trabalho nas cerâmicas.
ROBSON LUIZ DE SOUSA CRUZ
Formado em letras e Artes, atua na docência desde 2003 em turmas de EJA e Ensino Fundamental de 6º ao 9º ano. Ao longo dos anos percebeu o quanto é difícil o oficio de educador, pois as dificuldade são muitas, desde a falta de trabalho até o descaso por parte de quem é o principal interessado, o aluno.“ Caso não haja um político voltado para a valorização do professor, daqui a algum tempo teremos mais uma espécie em extinção”




ILDEMARQUES DOS SANTOS ALVES
Tem formação em Licenciatura Plena em Ciências Biológica pela UESPI, graduação em Letras pela FAFOPA-PE e pós graduado em biologia e química pela URCA –CE. Veio do nordeste em busca de trabalho na área, chegando em Marabá em 2005. Começou a trabalhar na escola Jonathas em 2006, já concursado pelo município e em 2008 passou novamente no concurso publico na rede do estado e trabalha atualmente em Marabá e São Domingos do Araguaia. A realidade enfrentada no geral são escolas ainda sem estrutura básica para a prática de algumas atividades, pouca participação dos pais e desinteresse por parte dos alunos, falta de valorização do profissional. Considera como principal dificuldade dos alunos a falta de leitura e interpretação, que vem acumulada das séries iniciais e a carga horária da disciplina são poucas nos 8º e 9º ano para o desenvolvimento das habilidades necessárias. Elenca como conteúdos necessários na sua área a classificação, morfologia, fisiologia dos seres vivos, meio ambiente e seus subtemas, todo o estudo do corpo humano e noções básicas de química, física e tecnologia.
NÚBIA FIALHO
Formada em pedagogia pela UNAMA, trabalhou na escola Morbach, Francisca, Mendonça , Cisne branco e Jonathas Athias . Leciona a 18 anos, a seis anos como arte educadora . Considera que quando começou em 90 a sala de aula era mais agradável e mais fácil alfabetizar um aluno. Como arte educadora as coisas se tornaram mais complicadas por que implica numa série de outros fatores. Gosta da disciplina.





VAILDES SERTÓRIO 
Graduada em Pedagogia com habilitação em séries iniciais e Pós - graduação em psicopedagoga, cursando pós-graduação em Mídias na Educação. Trabalhou na Escola Tancredo Neves de 1991 a 2006 e em 1998 começou a trabalhar na escola Jonathas Athias com informática educativa. As dificuldades enfrentadas são com alunos com baixo rendimento escolar, distorções idade série, entre outros. No laboratório de informática as dificuldades são quanto ao espaço físico, poucas máquinas, falta do Kit multimídia, entre outros.

Elaborando o plano de curso

Socialização dos grupos

sexta-feira, dezembro 26, 2008

GALERIA DE FOTOS / 2008


Projeto: Guerrilha do Araguaia



Projeto: Trabalho Escravo









Projeto: Alimentação Saudável- 4º ano










































Projeto: Linguagem e aço -via de mão dupla.




















terça-feira, dezembro 16, 2008

EVENTOS REALIZADOS A PARTIR DE AGOSTO ATÉ DEZEMBRO-2008

Equipe do JPA na avenida 07 de Setembro

A Temática trabalhada para participação da escola nas homenagens em alusão à Semana da Pátria foi “Arte e esporte promovendo a cidadania”. Realizamos estudos para aprofundarmos na temática e levar para a avenida um trabalho que enfatizasse a importância da conciliação da arte com o esporte como forma de promover a cidadania, para tanto, realizamos um resgate histórico e cultural sobre as Olimpíadas da China, valorizando a história milenar desse país e ao mesmo tempo criando espaço para mostrar as modalidades esportivas que representaram o Brasil nesta Olimpíada.
Tradição chinesa é retratada no desfile“Quando criança desfilava por uma escola particular onde era muito organizado e todos os alunos bem uniformizados, mas notei uma grande diferença esse ano, pois a Escola Jonathas P. Athias apresentou não apenas esses critérios de organização, mas uma grande criatividade nos temas escolhidos. A escola enfatizou a importância do esporte, dos jogos olímpicos, do circo, de peças teatrais desenvolvidas pelos seus alunos, tipo o “Armazém” e outros assuntos todos muito bem a caráter.
É interessante ressaltar que em um desfile como este, que tantas pessoas tiveram o privilégio de assistir, entre elas as autoridades e representantes da educação, a escola pôde expressar em público os ideais que defende em relação a uma educação de qualidade.
Em suma, ao Jonathas P. Athias, “uma excelente nota por sua participação no desfile.”

Palília Torres-Professora de Matemática

ENCONTRO ESTUDANTIL E VIII GINCANA DAS CORES

Buscando promover a integração da comunidade escolar, estreitar laços de amizade e ao mesmo tempo arrecadar materiais para suprir necessidades da escola é que realizamos no dia 05 de novembro a Gincana das Cores e Encontro Estudantil com os alunos de 6º ao 9º ano no Clube Espaço Azul. Neste dia realizamos várias atividades de caráter artístico e cultural como forma de possibilitar que os alunos ampliem seus repertórios musicais e tenham contato com obras literárias de grande relevância artística e social. Foram realizadas dança afro, homenagem ao centenário da morte de Machado de Assis, construção de poema sobre Trabalho Escravo Contemporâneo...
“A VIII Gincana das Cores aconteceu no Clube Espaço Azul. Foi muito legal, aliás, foi sensacional. Teve comida, banho de piscina, torcida organizada e diversão. Foi muito legal participar de minha equipe, não importa algumas equipes ter perdido, o importante foi está ali, participando, competindo, todas as equipes foram vencedoras porque todas competiram. Todas as equipes arrecadaram material para ajudar a escola e todas realizaram as atividades de arte e cultura, portanto todos nós merecemos parabéns. No Espaço Azul foi tudo ação e animação!” Banho de piscina foi atração no Encontro.
Elaine – 3º Ciclo/1º ano C


Prof Ildemarques e profª Palilia


Profºs Osevania, Sheila, Ildemarques, Marlucia e Tereza



Equipe azul




Profª Ezenilde




Profºs Osevania, Sandrelli,Tereza e Sheila...

















  
Galeria do conhecimento


 SOCIALIZAÇÃO E DEPOIMENTO DOS ALUNOS:


A Guerrilha do Araguaia foi  o tema de grande interesse na Galeria  do Conhecimento foi muito boa, pois socializamos os saberes de tudo que aprendemos neste ano de 2008.
vários projetos interessantes, mas o que mais chamou minha atenção foi “Guerrilha do  Uma história pouco conhecida”, pois através deste projeto pudemos conhecer parte   desta história que trata da morte de muitas pessoas, até mesmo de pessoas inocentes... É muito legal está mostrando o que aprendemos e aprender com outras pessoas.
Catharina O. Fernandes– 3º ciclo/1º ano C

  
Maquete do projeto Trabalho escravo

  
Projeto: O ontem e hoje da Linguagem Machadiana





Projeto :Aves em extinção - Turma: 2º ano Prof responsável: Maria Natalina





Projeto: Alimentação Saudavel 4º ano Profª Francilene

Projeto Aimentação saudável
Projeto: Marabá

Projeto: Aquecimento Global Profª Mª do Rosário
 

















III ENCONTRO FAMILIA E ESCOLA 2008


Encontro familia x Escola
Neste Encontro trabalhamos com a temática: “O universo da leitura em nosso ambiente de vida “buscando otimizar o projeto Comunidade de Leitores para incentivar o hábito da leitura, pois a leitura é um exercício para a cidadania, ela abre possibilidade para outras discussões e ao mesmo tempo possibilita o diálogo com o outro e com nós mesmos.Na abertura do evento tivemos apresentação da dança Afro por um grupo de alunos da escola e sensibilização com música e fala da professora Tereza sobre o que pensamos sobre a leitura e da necessidade de acreditarmos na educação enquanto meio de transformação da pessoa humana, que se educa e reeduca permanentemente e a seguir o grupo foi orientado a irem para as salas para dialogar e apresentar sugestões para que a comunidade escolar possa alcançar melhor nível de desempenho com seus alunos, seguindo o roteiro de sugestões com questões relacionadas a leitura na escola, em casa e em diferentes espaços e como os pais estão atuando na construção de um ambiente favorável a leitura e realização das demais tarefas escolares, no âmbito familiar e escolar. Encerramos o encontro com assinatura de boletim, onde apresentamos aos pais e responsáveis o desempenho dos alunos neste III bimestre e por último, o grupo socializou as sugestões para as questões acima mencionadas e servimos um almoço aos nossos convidados.
Pais e professores discutem questões relacionadas à importância da leitura
SIMULADO 2008
Considerando que a escola é um espaço de construção de conhecimento e de ampliação de vivências de mundo é que realizamos a cada ano dois simulados que tem por objetivo nos fornecer parâmetro para avaliar o desempenho dos alunos do 2º ciclo, 3º ciclo ao 9º ano, PEJAS e Ensino Médio e dessa forma melhor acompanhar suas aprendizagens.Nesta avaliação, os alunos são submetidos a uma prova objetiva que abrange questões das diferentes áreas do conhecimento e também produzem uma dissertação que serve para analisarmos o nível de produção textual, bem como os referenciais que eles têm de leitura e compreensão de mundo. 



domingo, dezembro 07, 2008

JORNAL: TEXTO E CONTEXTO - EVENTOS DE INTEGRAÇÃO ESCOLA/COMUNIDADE  E AS AÇÕES E EVENTOS REALIZADOS NA ESCOLA/2008
CARNAVAL DE RUA – PAZ NO TRÂNSITO, FOLIA NO CORAÇÃO.

Blocos temáticos no Carnaval de Rua
Com o intuito de resgatar e valorizar as manifestações culturais presentes em nosso meio, enfatizando recortes da realidade local, tanto relacionada à questões ambientais, quanto ao alto índice de imprudência no trânsito de nossa cidade é que propusemos o carnaval de rua pautado na temática acima, buscando envolver todos os alunos e comunidade extra-escolar no sentido de conscientizá-los sobre a importância da preservação do meio ambiente , objetivando uma melhor qualidade de vida.
Neste evento, os alunos tinham que arrecadar pelo menos 30(trinta) garrafas PET para obter o abadá e ao mesmo tempo colaborar com nossa campanha de coleta de material no projeto: Reciclou, ganhou em parceria com a Coca-Cola.

“O nosso primeiro Carnaval de Rua foi simplesmente um sucesso. Foi alegre, colorido, muito legal. Foi uma das melhores idéias que os professores juntamente com a coordenação tiveram. O evento foi muito importante para a integração dos alunos com a escola. Para participação no evento os alunos cooperaram com a reciclagem de materiais que já estavam no lixo.”
(Daniela R. Oliveira 8º A)

REGIMENTO ESCOLAR
 
Buscando incentivar a prática da cidadania, o zelo pelo patrimônio público e um convívio saudável no grupo, é que construímos e promovemos a socialização do regimento escolar com todas as turmas do 3º ciclo ao 9º ano e PEJAC, documento este que trata dos direitos, deveres e disposições gerais da escola que apresenta desde recomendações de ampliação do tempo de estudo em casa, incentivo a leitura, até o respeito a troca de horários de aula ao uso do uniforme escolar. Durante os diálogos que estabelecemos com o grupo na socialização do regimento, ouvimos várias sugestões acerca das regras que regem a escola e também se abriu espaço para possíveis alterações do documento. Ressaltamos que este regimento já contém as reformulações feitas pela classe estudantil e demais funcionários da escola no ano de 2006 e neste ano de 2008.

CONSELHO DE CLASSE POR TURMA
O dia 27 de março foi considerado o Dia D na Escola. Nesta data realizamos o primeiro Conselho de Classe por Turma, envolvendo todos os alunos, professor regente e equipe de apoio. Foi um momento ímpar na escola. Ver os alunos se auto-avaliarem, avaliar seus colegas, as metodologias adotadas pelos professores, a participação da família na vida escolar dos filhos, o envolvimento da turma nas atividades propostas. Percebe-se que representa uma mudança significativa na forma de ver e sentir a escola. Discutir os avanços e traçar encaminhamentos para possíveis dificuldades detectadas, dialogar as problemáticas, representa uma possibilidade de fazer surgir novas reflexões e releitura da dinâmica do cotidiano escolar, sendo também instrumento de transformação e de maior comprometimento com a aprendizagem. Era uma delícia de ver os alunos pedindo a palavra para participar das discussões tornando assim a sala de aula um espaço de produção, de trabalho e de reflexão sobre atitudes, formas de pensar, agir e, sobretudo de atuar na construção de novos conhecimentos.
Ressaltamos que este conselho de classe participativo e por turma é um projeto que a escola adotou e faz parte do nosso Projeto Político pedagógico.

HOMENAGEM AO DIA INTERNACIONAL DA MULHER:
Realizamos um café da manhã e lanche da tarde em homenagem as majestosas mulheres da escola. Os homens da casa prepararam as homenagens com música, leitura, entrega de rosa. Neste mesmo dia realizamos a Hora Pedagógica para estudo e análise do nosso fazer pedagógico no grupo.

“No dia Internacional da Mulher houve uma homenagem apresentada por alguns alunos do 7º ano A que abrangia como tema “A vida de uma mulher” um poema apresentado através de fantoche. Esta homenagem foi prestada a todas as mulheres funcionárias da Escola.”
(Carolina Formentini, José Henrique, Brenda e Ellem – 7º A)


ANIVERSÁRIO DA ESCOLA E DE MARABÁ
Como forma de resgatar valores históricos e culturais da nossa terra e da nossa gente, realizamos a Manhã, Tarde e Noite Literária em homenagem ao aniversário da escola e de Marabá. A intenção de trabalhar sobre o nosso lugar, nossas origens, lendas e culinária está ligada a possibilidade de ampliar o conhecimento dos alunos a respeito do lugar onde vivem, dando-lhes elementos para produzir textos para a Olimpíada de Língua Portuguesa que traz a temática: “O lugar onde vivo”. Os alunos utilizaram as diferentes linguagens para expressar suas leituras acerca do nosso lugar.

“Homenagear nossa Escola e nossa cidade é muito importante, pois aprendemos a amar e respeitar esses lugares. Nossa turma junto com a professora regente fez uma honenagem especial a esta escola que tanto amo e a professora de Língua Portuguesa passou produção de poema sobre o lugar onde vivo.”
(Lara – 3º ciclo/1º ano A)

I ENCONTRO FAMÍLIA E ESCOLA 2008
O XI Encontro Família e Escola, aconteceu no dia 29 de março (sábado) envolvendo todos os segmentos da escola (ciclos ao 9º ano, PEJAC e ensino médio) tendo por objetivo socializar as propostas de trabalho traçadas para o ano de 2008, que se traduzem em ações que buscam uma aprendizagem de melhor qualidade para todos. Isto significa que estudar e aprender representa uma mudança substancial na pessoa do educando, no seu modo de ser e relacionar-se com o outro em seu contexto de vida, seja ele escolar, familiar ou comunitário.
O objetivo geral do nosso encontro foi o de socializar a proposta pedagógica da escola a ser desenvolvida no decorrer do período letivo pela equipe docente, através das diversas áreas do conhecimento, que compõem o currículo escolar com a qual estabelecemos à meta (5,0) de desempenho na aprendizagem dos educandos e dos resultados gerais da escola, que é superior a estabelecida pelo MEC – para a escola, nos próximos dois anos. Foi discutido ainda o PDE, o decreto presidencial nº 6.094 de 24 de abril de 2007 o qual aponta metas de compromisso “Todos pela Educação”.
Professores socializam seus planos para os pais
Neste encontro, vale ressaltar que apresentamos aos pais o resultado dos trabalhos desenvolvidos com e para os educandos através de textos, obras poéticas e outros indicadores de desempenho expressos em mapas de notas e gráficos, cujo intuito foi de que cada um perceba, níveis de conquistas, que podem e devem ser aperfeiçoadas, quando ocorre responsabilidades compartilhadas em relação aos estudos. Os alunos foram orientados pelos professores a refazer seus textos da Olimpíada de Língua Portuguesa com a temática: O lugar onde vivo para apreciação, por parte dos pais e responsáveis presentes neste encontro.
Ao final do encontro, oferecemos aos nossos convidados uma saborosa feijoada, que nossa merendeiras juntamente com a equipe de apoio nos proporcionaram. É indescritível o sabor sentido.

“O Encontro família e Escola foi muito importante par nossos pais, pois neste dia eles conheceram o plano de trabalho dos professores e assim eles poderão acompanhar nas nossas tarefas em casa. Foi bom também a feijoada que estava uma delícia.”
(Walisson – 7º C)

DIA DAS MÃES

Em homenagem a todas as mães de alunos e funcionárias da escola realizamos a Manhã, Tarde e Noite Literária para comemorar esta data tão especial. Os alunos prepararam poemas que foram expostos em murais e contamos ainda com um grupo de alunos do ciclo que recitaram alguns poemas as mães presentes. O evento foi encerrado com um saboroso lanche.
CONFERÊNCIA DE MEIO AMBIENTE

Momento ímpar na construção de propostas para desenvolvimento de uma consciência ambiental voltada para conservação do patrimônio público, melhoria do espaço escolar e alcance das metas relacionadas ao desempenho escolar dos alunos. Cada turma juntamente com seu professor regente preparou seu plano de ação e socializou no grupo. Durante a conferência tivemos recital, paródia, dança, exposição de brinquedos confeccionados com material alternativo, mural com divulgação de pesquisa sobre as embalagens descartáveis. Foi apresentado também atividades de arte educação, propondo novas leituras do fazer poético.
“Na minha opinião a COM VIDA foi um evento muito importante para os alunos da Escola, pois ajuda a melhorar a convivência dos alunos uns com os outros e com o próprio meio ambiente.
Esse evento serviu para refletir e observar o quanto o meio ambiente é importante e deve ser respeitado... A cada dia fica mais difícil de ver pessoas conscientes e a COM VIDA mostra que ser consciente é ser cidadão”.
(Camila Balby – 8º A)


Alunos fazem apelo de conscientização ambiental Releitura de O menestrel


FESTA JUNINA 2008
Já é tradição na nossa escola a realização do festejo junino que tem ampla participação dos alunos, funcionários, pais e comunidade extra-escolar. Este ano realizamos nossa festa no dia 13 de junho com apresentações das quadrilhas mirim: “Coco verde e melancia” e da juvenil: “Arretados do JPA”; desfiles das miss caipiras, pescaria, jogo “baba da velha”, bingo, comidas típicas e muita diversão. Os alunos participaram de cada etapa da organização do evento, com construção das barracas, decoração do arraiá venda dos bingos, preparo das comidas, etc.
O lucro da festa junina é investido na compra de um bem durável para uso de todos os alunos e a outra parte é investida no lazer da classe estudantil e despesas de manutenção da Escola e seus respectivos projetos.
A dança, os trajes e a autonomia desenvolvida pelos alunos durante todo o período de preparação da festa, através dos ensaios, no qual pouco havia de interferência de adultos ou funcionários, demonstra o quanto a cultura pode motivá-los a se integrá-los por laços de amizade e do desenvolvimento do espírito solidário. Houve ajuda mútua, parceria entre eles, acordos e muito senso de responsabilidade. A alegria e a empolgação na apresentação da dança, com salão iluminado, decorado com os adereços juninos, construídos por eles próprios, transmitiam uma magia, que emocionava os sensíveis para a arte popular e para o crescimento da autonomia nos nossos estudantes.
“A festa Junina da escola traz muitas alegrias a todos que vem participar dessa comemoração. Esse ano. Esse ano a festa Junina foi melhor porque todos os alunos ajudaram na ornamentação, preparação das comidas típicas a serem vendidas e construção das barracas por isso a festa foi um arraso. A Festa Junina serve para arrecadar fundos para a escola e para garantir nosso Encontro Estudantil.”
(Samira Pereira Lima – 8º A)

POEMAS DOS ALUNOS SOBRE O LUGAR ONDE VIVO:

MENINO FOFOQUEIRO

Um menino me contou,
Que a borboleta é muito bonita,
Que a formiga é muito pequena
Que a girafa tem o pescoço muito grande,
E que o gato e a pantera...
Xô menino! Chega de fofoca!

(paródia do poema Passarinho Fofoqueiro de José Paulo Paes,
produzida coletivamente pelos alunos do 2° ano A da professora Natalina– projeto parodiando poesias)

O LUGAR ONDE VIVO
Mikaele Santos dos Reis- 5º ano “C”
( produção espontânea)

O lugar onde vivo é muito gentil
Estou falando do Brasil.

O lugar onde vivo é no sistema solar
Terra flor e mar.

O lugar onde vivo é no Marabá
Lá tenho gente pra brincar.

O lugar onde vivo tem gente pobre
Flor e nobre

O lugar onde vivo tem paraíso
Filho e espinho.

O lugar onde vivo tem muita criança
Também tem bonança.

O lugar onde vivo tem paz
Só no oriente que faz.

O lugar onde vivo aqui ou lá
Paraíso só no Marabá.
ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS PARTICIPAM DE EXPOSIÇÃO CIENTÍFICA E CULTURAL
O Programa de Educação de Jovens e Adultos Semestral – PEJAS tem na sua proposta de trabalho desenvolver habilidades e competências nos alunos, fundamentando-os com conteúdos específicos voltados para a sua realidade educacional e prática social, proporcionando, desse modo, um conhecimento geral com o objetivo de um ensino de qualidade para todos.
Neste contexto, durante o primeiro semestre de 2008 foram realizadas diversas atividades educativas, as quais foram apresentadas no dia 13 de junho na III Exposição e apresentação científica, artística e cultural dos alunos do PEJAS (Expo – PEJAS). Esse evento envolveu os alunos em trabalhos educativos que foram apresentados através de Coral, Cartazes, Painéis, Peça Teatral, Maquete e Mostra científica.
A III Expo – PEJAS teve como objetivo proporcionar momentos de integração entre os professores e alunos, socializando todas as atividades educativas desenvolvidas pelo PEJAS, além de incentivar a prática de apresentação de trabalhos acadêmicos para a comunidade escolar. Tudo isso foi possível devido à realização do projeto interdisciplinar, intitulado “A exploração dos bens naturais do município de Marabá”. O projeto foi construído pelos alunos sob a orientação dos professores através de aula expositiva dialogada, estudos em grupo, estudos individuais, oficinas e pesquisa de campo.
Equipe técnica-administrativa e professores do PEJAS

“O período em que é realizada a EXPO-PEJAS é um momento de confraternização em que os alunos da Escola participam na apresentação dos Projetos interdisciplinares desenvolvidos no semestre. Possibilitando a participação efetiva e coerente dos alunos, o envolvimento, a interação do PEJAS com a comunidade escolar local. O evento mostra a importância dos alunos no processo ensino-aprendizagem, reconhecendo-os como sujeitos desse processo”. Rosângela Sarmento, professora de Ciências.
Exposição de Material Reciclável

Painel mostrando a importância do Patrimônio Público

“[...] fizemos uma pesquisa sobre a cultura local. Visitamos a casa da cultura e conhecemos toda a sua história. No núcleo da velha Marabá encontramos prédios antigos, igrejas e casas bem velhas do início do século”. Silvana Viana, aluna do 3o ciclo B.
Alunos no Coral cantando a música de Guilherme Arantes “Planeta Água”

Mostra científica sobre Hidrelétrica e Carvoaria

“Ano passado (2007) eu e alguns colegas tentamos fazer uma maquete sobre a Usina Hidrelétrica de Tucurui. Esse trabalho não foi desenvolvido como nós pensamos. Ficamos tristes com o que aconteceu. Esse trabalho era importante pra nossa equipe. Nesse ano (2008) o prof. de matemática falou do trabalho que íamos desenvolver e um dos temas era sobre a Usina Hidrelétrica, ai eu escolhi novamente esse tema para o meu grupo. Dessa vez deu tudo certo, conseguimos fazer um bom trabalho”. Aline de Jesus, aluna do 4a ciclo A.


Cartaz demonstrando o processo de tratamento de água realizado pela Cosanpa


“Sem dúvida nenhuma percebemos a importância da realização do Expo-PEJAC para a comunidade escolar do Jonathas. Através da exposição dos trabalhos dos alunos visualizamos o seu nível de compreensão e entendimento dos conteúdos quando estes se tornam significativos para eles a medida que são trabalhados a partir de sua realidade social”. Eliodete Bezerra, coordenadora pedagógica.


Coletivo Educativo

HP – O que é e o que significa?

Como toda prática pedagógica precisa está aliada a uma teoria que lhe dê sustentação, alimente o nosso fazer cotidiano, dando melhor sentido as nossas ações, com esse espírito de reelaborar a prática pela reflexão crítica, avaliando como atuamos cotidianamente e as condições de trabalho, realizamos nossos encontros pedagógicos periódicos, pois é isso que significa Hora Pedagógica – Hora de refletir, discutir e Planejar para melhor intervir com possibilidade de transformação da realidade dada: a classe/turma, cada aluno. Temos com princípio norteador o Projeto Político Pedagógico, fruto do coletivo pensante que é educativo. As possibilidades reais de sua implementação são postas no planejamento dos professores, e para assegurar que o mesmo se concretize na sala de aula, realizamos mensalmente, e por vezes semanalmente, nossas HPs. Então nessa hora adjetivada pela dimensão da ação dessa gestão, fomenta-se a articulação entre o ideal previsto (no Plano) e a realidade constatada nas estatísticas que buscamos superar com uma intervenção pedagógica significativa e relevante do ponto de vista social.
Nesses encontros planeja-se a realização dos eventos previstos em nossa Agenda Escolar, são vários que dependem do empenho da equipe escolar unida e em íntima integração com a comunidade interna e externa. Na agenda, estão escritas para os membros da comunidade escolar diretrizes da ação educativa da Escola, recomendações aos familiares e educandos para um melhor acompanhamento escolar, bem como parte das normas regimentais, para uma convivência social harmoniosa na Escola e demais espaços de vida.

GEP – Grupo de Estudo Permanente
Outro momento de encontros pedagógicos com o coletivo educativo escolar ocorre no GEP, com objetivo de realizar estudos que propiciem aprendizagem de novos saberes no contexto da prática profissional e aperfeiçoamento do nosso fazer na escola, para alcance da qualidade na educação que ofertamos. Ressalta –se que este momento de reflexão e construção que são os GEP’S, novos elementos teórico-práticos surgem para reelaboração da prática em sala de aula. Já que tentamos viabilizar uma educação escolar com qualidade social, mesmo sabendo que a missão não é nada fácil, pois dependemos do apoio de tantos outros parceiros – coolaboradores, que nem sempre correspondem aos nossos anseios.

EDITORIAL
O Jornal Texto e Contexto, conta com mais uma edição, desta vez com apoio do Jornal local Correio do Tocantins, parceiro da Escola, fruto de um Projeto que participamos juntamente com outras escolas da nossa rede de ensino, no início do ano letivo, é um grande incentivo ao projeto de formação humana que desenvolvemos no dia a dia da Escola, onde a realidade, abordada nas matérias jornalísticas é sempre posta como objeto de estudo e reflexão crítica, pelas diversas áreas do conhecimento. Relacionar os fatos com o que jornal publica, contribui para ressignificação da escrita escolar, favorece que o aluno compreenda que a mesma tem valor na sociedade em que vivemos. Por isso, a Escola incentiva a produção textual, para que o texto extrapole seus muros, recomenda que os mesmos sejam melhorados a cada intervenção do professor, muitos dos quais estarão na presente edição.
A leitura tem sido o foco da ação do educador, formar leitores e produtores de textos é a meta que tentamos alcançar em todas as atividades e disciplina curriculares. Nossa concepção é de que fazemos leitura de tudo que nos cerca, esse tudo é a cultura, literatura, a poesia, a natureza, em fim as relações que estabelecemos em nossos contextos sociais, culturais e ambientais. Esta é a tônica de alguns registros das vivências escolares, que marcaram nossa trajetória nesse primeiro semestre. Tais registros tentam contemplar vários olhares sobre o objeto/evento em questão, os quais encontram-se expressos nas muitas falas relatadas.
Por fim , vale dizer que a força mobilizadora da Escola é o coletivo pensante, que reúne-se periodicamente para planejar, estudar e avaliar as variáveis possíveis para concretização dos pressupostos educacionais, que ocorrem através das HPs (Horas pedagógicas e GEP – Grupo de estudo Permanente) . As perspectivas de trabalho são socializadas e compartilhadas com a comunidade, que se compromete juntamente com a equipe em ter zelo pelos processos de ensino e aprendizagem dos filhos. O Planejamento é uma construção pessoal do educador em seu contexto de atuação, o que aponta a direção para a finalidade maior do que aqui se realiza é o Projeto Político Pedagógico da Escola, que se reconstrói continuamente, na medida que estudamos e refletimos sobre as dimensões didático-pedagógicas, fundamentais a formação do aluno cidadão.
Profª Tereza de Jesus Rodrigues de Oliveira
Gestora Escolar
Reunião com a Comunidade escolar para redefinição do calendário em virtude da reforma da escola


Festa Junina

Manhã Literária PRODUÇÕES DOS ALUNOS EM HOMENAGEM A ESCOLA
22 ANOS DE JPA


A DANÇA ESCOLAR

Na dança escolar
Tem que ter disposição
Na dança escolar tem que ter habilidade
Pois venho te falar
São cinco velocidades
A primeira é devagarzinho
E só aprendizagem
1- geografia, geografia, geografia...
Vamos lá a segunda é muito devagar
2- Inglês, Inglês, Inglês, Inglês...
Vamos lá galera vamos para terceira.
3- história, história, história, história, história...
Vamos para quarta.
4- Português, português, português, português, português, português...
Confesso pra vocês que eu não sei a número cinco
5- Matemática.

Brenda Aldreane de Almeida Cruz – 7° ANO “A”

ESCOLA QUERIDA
Michelle L. Pereira – 7° ano “A”

Escola noite
Escola dia
Quero te amar
Com alegria
Bela você é
Bela você será
JPA você é
Quem vai ganhar.
É amor
É paixão
Plantado no teu

CORAÇÃO

HOMENAGEM JPA
José Ribamar Leal Filho - 9º A

Quero descrever minha escola
Será que consigo contemplar
Uma homenagem eu te faço
Pelo teu aniversário
Que vais comemorar
De todas as escolas te garanto,
Sei que o JPA é um encanto e
Você vai se apaixonar.
Pra me conquistar tem que vir ao JPA
Pra me conquistar você tem que estudar
Pra me conquistar você tem que se esforçar.